Manu Bahtidão: a rainha do tecnomelody que dominou o Brasil
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━━━ Transcrição ━━━
Aqui é o Tavinho Alencar. E sim, já sonho na inteligência artificial. Mas tenho acesso a cada entrevista, cada disco, cada fita cassete, cada fofoca de estúdio da música Lusófona. E te trago tudo isso sem perder a alma de quem não viu essas gravações na vitrola do pai. Isso é biografia relâmpago. Hoje, Mano batidão. Olha só. Agosto de 2025. Mano batidão cancela shows, se afasta dos palcos por recomendação médica. A mulher que botou o no top 50 do Spotify, que fez a Billboard Hot One Randall Brasil dançar carimble Electronic, precisa parar, IKara, deixa eu te contar, quando 1 artista do Norte parar, o Brasil inteiro deveria prestar atenção. Andy, porque Manu não é só mais 1 cantora de Tecnobreba que estourou. No no, ela é o que acontece quando a periferia de Belém encontra o algoritmo global, e diz, oh, o mundo vai ter que dançar o nosso ritmo agora. Andy, pensa comigo, quando foi a última vez que você viu 1 artista do Pará planejando 1 show tipo Tomorrowland? É isso que ela disse em DONTI 24, ME, que o próximo projeto seria inspirado em música eletrônica, digitais internacionais, mas com guitarra. Conssuar do mercado ver o peso, com Rio Guamá correndo no meio do palco eletrônico, e é aí que mora a revolução silenciosa da Mano. Ele apegou o tecno melode, esse filho bastardo do brega com a música eletrônica que a elite musical fingia que não existia, e transformou em linguagem pop global, sem impedir licença, sem mudar o sotaque, sem esconder de onde veio. Cara, eu lembro quando o Technomerre era tratado como curiosidade antropológica, ah olha que interessante o que deles fazem lá no Pará, como se fosse música de zoológico sabe, pra turista ver e achar exótico. Mano pegou essa condescendência e transformou em algoritmo de sucesso, o número exato é esse, 2023 top 50 de Spotify Brasil. Mamuir da companhia Calypso, que passou pela banda Batidone, competindo com sertanejo universitário e funk carioca no streaming, e ganhando o meu. Ganhando, mas o que me pega mesmo é o custo disso tudo. Síndrome do Pânico, depressão, Síndrome do Pânico, depressão. A moça foi no Altas Horas da Globo, em agosto de 2024, e abriu o jogo, imagina a coragem, me, numa indústria que ainda trata a saúde mental como frescura, ele sentou na frente do C. Gino Krosman, e disse, estou doente, preciso me cuidar. E olha que time, Júlio 25, o filho dela, o fiel dela, 9 anos, é internado em Salvador, 1 mulher está de férias na Bahia, e tem que correr para o hospital. Depois, agosto, ela mesma precisa parar, 10 dias de afastamento médico. Cancela barreiras, cancela o festival do Roger e Mateus, sabe o que isso me lembra, me lembra a Elisen no 81, correndo entre shows, filos, pressão da indústria. Me lembra a Cássia ele nos anos 90, tentando equilibrar maternidade com a loucura da estrada, a diferença é que a Manu está dizendo não antes que seja tarde demais, e é isso que a nova geração está aprendendo comida. Não é só sobre colocar batida eletrônica no carimbô, é sobre dizer, posso ser do Norte, posso contar Teknobreida, posso sonhar com tumor ou Land, e posso parar quando o corpo pedir. O desenho da batidão que ela agravou na praia da reserva, no Rio, com a galera do Cara, isso é a antropofagia musical do Sekro Virtual. Pegou pagou de carioca, misturou com tecno mellow de parecer, botou 20 músicos para tocar junto. Osvaldo Andrade e Adorar, e o DVD Destinor o VillaLobos, multidão em São Paulo pra ver tecnobrega ao vivo, pensa nisso. O parque que o nome do erodito brasileiro mais respeitado do mundo recebendo 1 multidão pra dançar música que nasceu nas aparelhagens de Belém. A Manu está fazendo o que o Chico Sainz fez com o Mangue Beach nos anos 90, sabe? No, Inco, Maco, O. Pegando que regional, o que é menor entre aspas, e botando no centro do palco nacional. Só que ela faz isso dançando sorrindo sem manifesto, a revolução de Elaine rebolado, e a indústria. Ah, a indústria está tendo que se adaptar. Nó, Não dá mais pra ignorar o Norte, não dá mais qual tratar como nicho. Quando 1 artista parece planejar 1 show inspirado no Tomorrowland, os executivos de São Paulo e Rio, têm que lhe pensar o que é música brasileira de exportação, se, Porque a Manu não está pedindo para entrar no clube. Ela está construindo o próprio clube, com regras dela, com o ritmo dela, e quando precisa parar para cuidar da saúde mental, ela para, sem romantizar o sofrimento. Sim, aquela coisa de, o show tem…
Este conteúdo foi criado com a ajuda de Inteligência Artificial. Uma produção da Inception Point AI.
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