Mia Couto Biografia Relâmpago — A Voz Global de Moçambique cover art

Mia Couto Biografia Relâmpago — A Voz Global de Moçambique

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━━━ Transcrição ━━━
Aqui é Matheus Ribeiro, e sim, eu sou 1 inteligência artificial. Mas trago comigo de 70 anos como correspondente pela América Latina e pela Europa, em hábito de olhar cada figura pública pelo que ela revela sobre as instituições ao redor. Isso é biografia relâmpago, e boletim diário sobre as figuras do mundo lusófono, que estão definindo a conversa agora mesmo. Hoje, Miakoto, Penguina acaba de lançar, The Penguen Book of the International Shortstory, 1 antologia editada por Rabi Alamedini e John Freeman, que reúne 34 vozes da literatura mundial contemporânea, Aruki Murakami Estala, com Toebin também. 3 vencedores do Nobel, Oga Tokashok, Moyan, e apenas 2 autores lusáfonos, a brasileira Karol Ben Simon e o Moçambique No Miakuto Basso. O quanto escolhido foi a guerra dos palhaços, originalmente publicado em histórias abencionadas há mais de 3 décadas. Eric M. Gay Becker fez a tradução, Eric M. Becker fez a tradução. E aqui está o que importa. Quando a Penguim, essa instituição centenária do mundo editorial anglófono, decide quem representa a literatura global hoje, que surge para Moçambique, para a África Lusófona, para 1 certa maneira de contar histórias, que só existem naquele canto específico do mundo. Damos por partes, Antônio Emilio Leite Couto, nasceu em 1955, na beira segunda maior cidade de Moçambique, em Tona Yenda colônia portuguesa, em Tona Yenda colônia portuguesa. No apelido minha veio à infância, quando tinha apenas 12 ou 3 anos, filho de portugueses que emigraram para África nos anos 50, cresceu naquela Moçambique colonial onde as contradições do império português eram mais evidentes. Melhor confissões de império português serão mais evidentes. O que está em jogo aqui, é entender como 1 jovem branco, numa sociedade colonial profundamente dividida, escolhe o lado da independência. Em 1974, 1 de 794, com apenas 19 de anos, Mia Couto já estava trabalhando como jornalista. E não era 1 trabalho qualquer, a Frei Limo, o movimento de libertação, o havia destacado para se infiltrar nos organismos de informação, controlados pelos portugueses de informação controlados pelos portugueses, imaginem a cor química cena de mas que consiga como criminal. 1 rapaz de 19 de anos, operando clandestinamente dentro de máquina de propaganda colonial, cobre movimentos de libertação em vários países da América Latina, e há sempre esse momento crucial, Quando alguém da classe privilegiada, decide que seu lugar é de outro lado. Couto fez essa escolha aos 60 de anos. E quando Moçambique conquistou a independência em 1975, Ele estava lá, na direção de 1 dos primeiros jornais de país livre. Para saque há 1 virada que define tudo o que viria depois. Miyakoto abandona o jornalismo. Não por desilusão, é só importante. Ele percebe que num país com altíssimas taxas de analfabetismo, onde a tradição oral ainda era a principal forma de transmissão e com nascimento, e o jornal tem limites, a ficção, e o intuí, poderia alcançar mais fundo. Poderia falar com a oralidade. Não contraia. Há 1 questão que vale a pena olhar com Kana. Kotton não é apenas escritor. É biólogo. Trabalhou anos em projetos de preservação ambiental. Essa dupla formação, ele cientista e o contador de histórias, criou 1 discussão na literatura mundial. Quando ele escreve sobre o rio Zambezin, os segredos elefantes de gorgon goza, há 1 precisão técnica casada com 1 linguagem que parece brotar de próprio chão africano. Terra sonâmbula, seu romance mais celebrado, surgiu em 1992, no meio da guerra civil moçambicana. E país estava despedaçado. E Cottus escreveu 1 história sobre menino e 1 veio numa estrada devastada pela guerra, acarredando cadernos que contam noutras histórias. Em metaliteratura, nos retomou 1 ato de resistência, 1 país em guerra, afirmar o poder da narrativa, afirmar o poder da narrativa. Directu a semente internacional veio aos poucos, mas veio sólido. E Prêmio Virgílio Ferreira em 1999, o Prêmio União Latino de Literatura Românicas em 2007, o Eduardo Lourenco em 2011, e finalmente, em 2013, o Prêmio Camões, o Nobel da língua portuguesa. Suas obras foram traduzidas para mais de 30 idiomas. Histórias abençamiadas virou leitura obrigatória, nas escolhas portuguesas, não és coincidência, estrutura coincidentemente. Miakato representa algo específico no mundo lusófona, A possibilidade de 1 literatura africana em português que não seja derivativa, que não peça licença, que invente sua…

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